Entrevista com Marco Aurélio Zaparolli, decano da imprensa e responsável pelo Portal GPN – Grupo Portal de Notícias

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Marco Aurélio Zaparolli é um jornalista veterano, publisher do Grupo Portal de Notícias (Portal GPN), com carreira iniciada em 1976. Foi foca de redação, repórter, redator, redator-chefe, editor-chefe e diretor de redação. Hoje é CEO do Grupo Portal de Notícias (Portal GPN).

É reconhecido como um dos pioneiros no jornalismo impresso off-set no interior de São Paulo e também no jornalismo digital no Brasil. Mas, se recorda que viveu a época das linotipos e impressoras convencionais. De memória prodígio, já escreveu artigo sobre a história da imprensa em que cita nominalmente mais de 180 profissionais com os quais já trabalhou e sente saudades. Lendas que se foram, renovações que vieram com o tempo. Cita seis nomes indissociáveis de sua carreira jornalística: Irigino Camargo, Antônio Carlos Alves, Anselmo Scarano, Regina Helena da Silva Ribeiro, Wanderley Rossilho Dávila e José Maria Zuicker.

Costuma dizer que acompanha hoje a décima segunda geração de jornalistas desde que ingressou na imprensa. Faz esse cálculo com base no ciclo de 4 anos em que o jornalista se forma, trabalha, se estabiliza no mercado e depois bate asas e voa para céus mais distantes. Muitos viu chegar, dar o primeiro emprego ou estágio e partir. Todos com absoluto sucesso. Além da atuação jornalística, possui também formação acadêmica superior em Direito e Processos Gerenciais, e é ativo em causas sociais e comunitárias, sendo integrante da Associação Internacional de Lions Clubes

Pergunta: Marco Aurélio, como você define o Portal GPN e qual é o papel dele no cenário da imprensa brasileira?

Resposta: O Portal GPN é um jornal digital que nasceu no interior de São Paulo e hoje alcança todo o país. É um projeto orgânico, feito com dedicação e sem qualquer vínculo com negócios ou parcerias escusas. Somos tansparência, raiz, independentes e imparciais. A responsabilidade que temos é enorme, porque sabemos que o leitor confia em nós justamente por não estarmos atrelados a interesses mascarados

Pergunta: Você costuma criticar o financiamento público de veículos de imprensa. Por quê?

Resposta: Porque o erário não pode ser usado para sustentar “línguas de aluguel”. Quando o governo subvenciona veículos que vendem mentira e propaganda, ele prejudica a concorrência e trabalha contra a nação. Isso é um atentado à verdade. A imprensa deve ser livre, não dependente de favores oficiais. O governo deve garantir que o princípio da publicidade não seja confundido como costumeiramente se faz, com a desmoralizadora prática de silenciar a imprensa e jornalistas com dinheiro público. Jornalistas abominam serem tratados como mercadorias e com falta de respeito. Tem ojeriza ao conceito de imprensa venal que sai da boca de quem acha que tudo podem comprar. Não compram. Jornalistas como quaisquer trabalhadores precisam sobreviver. Mas, não vender sua consciência.

Pergunta: O que torna o Portal GPN um caso único na imprensa brasileira?

Resposta: Nós trazemos pautas de justiça social e defendemos a liberdade econômica mas com iguais oportunidades para todos, não somente para a elite. O Portal GPN pratica jornalismo independente e comunitário. Defende pautas de diversidade, inclusão e direitos humanos. Pautas de respeito ao leitor, mantendo viva a essência da imprensa raiz. Vira “case” porque está em todo território nacional, trazendo notícias de todos os estados, adotando uma linha editorial imparcial, independente, respeitosa, pluralista. Hoje, você abre digitalmente o Portal GPN e lê noticias de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Acre, Amazonas, Santa Catarina, Goiás, Maranhão, etc, exemplos, como se dizia no impresso, o Portal GPN tem circulação nacional. E detalhe: nossa redação abomina fakenews e não serve a quaisquer interesses políticos senão os interesses do povo brasileiro. Ponto importante: tem todas as editoriais à sua disposição.

Pergunta: Como analisa a censura?

A censura é hedionda. Quando usada contra a liberdade de imprensa, torna-se insidiosa, é a verdadeira metástase da democracia. Pior ainda, afirmo, quando há conivência dos tribunais, que encarceram o direito de liberdade de expressão dos jornalistas. É vexatória, medonha e, na maior parte das vezes, acontece de forma velada e silenciosa.

Lembro que a censura não se limita a decisões judiciais parciais ou a pressões políticas explícitas. Ela se manifesta também em ataques físicos e simbólicos: jornalistas mortos, empresas jornalísticas incendiadas, vozes caladas. O jornalista é o cidadão que atua na defesa da sociedade e chega a dar sua vida pela verdade. Basta lembrar de Vladimir Herzog e tantos outros profissionais da imprensa mortos neste país.

Pergunta: Quais são os planos do Portal GPN para o futuro?

Resposta: Nosso objetivo é avançar Brasil afora, mas sem perder a essência de onde viemos: o interior de São Paulo. Onde chegamos é porque temos amor ao que fazemos e respeito ao leitor. Essa é a nossa marca. Não buscamos poder, buscamos credibilidade.

Pergunta: Qual é a mensagem que você deixa para os leitores e para quem acompanha o Portal GPN?

Resposta: Que continuem acreditando na força da imprensa independente. O Portal GPN é feito com verdade, com coragem e com compromisso social. Não vendemos ilusões, não nos dobramos a interesses. O que entregamos é jornalismo de raiz, feito para quem quer informação limpa e honesta.

acesse grupoportaldenoticias.com.br

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